A Copa do Mundo de 2026 começou e o Brasil já está de olho nos seus três primeiros adversários na fase de grupos: Marrocos, Haiti e Escócia.
Mas enquanto as seleções se preparam para o campo, as empresas enfrentam um campeonato muito mais complexo nos bastidores do mercado.
O jogo da sustentabilidade financeira.
No Brasil, o cenário acende o alerta: mais de 83 milhões de consumidores estão inadimplentes em 2026, alcançando o maior índice da última década. E quando olhamos para os nossos adversários de grupo, percebemos que a pressão econômica é um desafio global, apenas com camisas diferentes:
- Marrocos: Para sustentar o crescimento projetado para este ano e blindar o sistema, as instituições financeiras locais elevaram as exigências de Basileia e os critérios para a concessão de crédito (credit scores). As provisões para devedores duvidosos e o foco em eficiência operacional e recuperação inteligente de ativos nunca foram tão discutidos por lá para evitar perdas financeiras.
- Haiti: A economia acumula anos consecutivos de retração (PIB negativo), inflação que sufoca o poder de compra e um ambiente de negócios altamente fragilizado. Falar em “acesso ao crédito” ou “recuperação convencional” no Haiti hoje exige uma engenharia de risco cirúrgica, pois o mercado financeiro local opera em modo de sobrevivência e máxima proteção de liquidez.
- Escócia: O endividamento médio não garantido das famílias ultrapassou a marca das 20 mil libras por cliente, o nível mais alto registrado desde a crise financeira global de 2008. Os pedidos de moratória e soluções estatutárias de insolvência pessoal tiveram um salto expressivo nos primeiros meses de 2026. A preocupação do mercado corporativo escocês com o controle de risco e o atraso nas contas básicas (como energia e moradia) é uma prioridade máxima.
Cenários diferentes. O mesmo jogo.
Não importa o país ou o setor de atuação: o objetivo de qualquer operação hoje é reduzir riscos, aumentar a recuperação de ativos e manter as empresas sustentáveis.
E, nesse campeonato, o improviso custa muito caro.
O time da virada
Empresas que ainda insistem em operar com processos manuais, comunicação fragmentada e sem inteligência de dados perdem eficiência a cada dia. O cliente mudou, o mercado mudou e a sua régua de cobrança também precisa mudar.
Para vencer a inadimplência em 2026, sua empresa precisa de tecnologia de ponta, estratégia preditiva e automação inteligente.
É preciso transformar dados brutos em decisões inteligentes, permitindo que a sua operação recupere crédito de forma humanizada, ágil e altamente eficaz.
O campeonato do mercado já começou. O seu time está pronto para vencer?


